quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Do Dia dos Namorados


Não sou propriamente contra este dia.
Há dias para tudo, porque não haveria de existir um dia dedicado ao amor?
Mas sou contra a parvoíce que se instala nas pessoas (ou que já existe e é mais notada!) neste dia!

Ele é declarações para aqui, chocolates e flores para ali, fotos a dois para acolá.

Ontem o facebook era só disto.
Hoje são as fotos dos jantares românticos de ontem.

Acho mesmo que duas minhas conhecidas, estão a digladiar-se para ver qual delas teve o melhor jantar, o melhor presente, a melhor paisagem e por fim qual delas tem o melhor namorado.

O que querem provar estas pessoas com as fotos?
Que amam mais o outro? Que são o/a melhor namorado/a do mundo?
Que oferecem prendas melhores ou fazem surpresas melhores??
Para quê isto neste dia? Se nos outros 364 dias do ano não dão importância, não valorizam e não respeitam?

Como já dizia o outro, estas demonstrações de amor repentino num único dia do ano é uma coisa que não me assiste.

Os outros... pensem como quiserem.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Cinema #3


No fim-de-semana também vi este filme. Já tinha ouvido falar na história e estava curiosa para o ver.

O filme conta-nos a vida de Susan, uma curadora de arte, que se vê cada vez mais afastada do seu marido e a viver sozinha. Entretanto, recebe um manuscrito de um livro escrito pelo seu ex-marido, abandonado por esta por ser frágil e pouco ambicioso.
O filme conta-nos em simultâneo a história de Susan no presente, tal como os seus medos, problemas e traumas do passado e a história do livro que ela vai lendo e que lhe foi dedicado pelo ex-marido.

Gostei do filme, embora deixe-nos com muitas perguntas na cabeça.

Ainda assim, recomendo.

Cinema #2




E aí vãos dois!!! Yyyyeeeeeeeeeeeeeeeeeee!
Com este são dois filmes nomeados aos Óscares que já vi.

Gostei. Atores bons. Música e cantoria quanto baste. Estória fraquita, na minha opinião.
É um filme diferente dos que temos visto nos últimos tempos e por isso percebo as nomeações para tantos prémios.
Embora tenha gostado sim e recomendo, não é um o meu género de filme.
De qualquer forma, fiquei contente por o ter visto, assim tenho a minha própria opinião sobre.

Recomendado.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Irónica #4


Tão eu.


Fases


Pessoa já não se sente bem:


  • com roupa que veste (primeira roupa que vem à mão de manhã, nunca corre bem);
  • com cabelo;
  • com aspeto em geral;
  • e não me apetece falar com ninguém;
Era preciso rebentar-me a boca toda e o nariz????

Epah era escusadinho!!!!

Ando mesmo em baixo de forma...

Já posso mandar-me pro chão a espernear e gritar?
Não?
Era só uma ideia.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Quote #2


"As mulheres inteligentes ouvem mais do que falam."

... lido algures e eu concordo plenamente.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Da vida


"O tempo cura tudo."

Não cura, não.
Quem disse isto foi um grande tretas, de certeza.

Provavelmente foi a mesma pessoa que disse "Casamento molhado, casamento abençoado".
Quem é que quer ter um dia chuva num dos dias mais especiais e importantes da vida de uma pessoa???? Não me parece.

Voltando ao busílis da questão: levante-se aquele que tiver provas de que o tempo efetivamente cura tudo...
Hum... então? Ninguém?
Poupo-vos o suspense, se a vida ainda não vos ensinou isto: não cura.

A dor e o sofrimento são atenuados, mal de nós se não o fossem, mas a cicatriz está lá e quando olhamos para ela, dói.

Mas nem tudo é mau, porque se conseguimos ver a cicatriz é bom sinal.
É sinal que fomos suficientemente fortes para conseguir seguir o nosso caminho, apesar da dor.

Provavelmente estas marcas ainda doem, pelas expectativas que foram deixadas para trás, pelo que poderia ter sido e não foi.
Sim, acho que pode ter a ver com estas razões...

Tenho marcas/cicatrizes da vida, tal como todos vós, que me doem sempre que olho para elas.
E sim, creio que devo olhar para elas, porque fazem parte de mim e do meu passado.
Aprendi a crescer com elas e a ser mais forte. É com elas que construo o meu presente e o meu futuro.
Sempre.


P.S.: não quero ser outro Gustavo Santos, pela amor da Santa... são só desabafos sobre esta coisa a que chamamos vida.
Zimmmbora falar de coisa mais leves.