Gosto de escrever


Há mais de 3 meses que não vinha aqui.
A este espaço tão meu e onde, não vou dizer desabafo, porque não é o caso, mas onde escrevo algumas coisas com piada. Acho eu.
O meu problema é que sou preguiçosa e nada organizada.
Nunca poderia trabalhar por conta própria, pois estaria, de certeza, sempre a procrastinar.
Acho que já disse isto aqui.

Mas quem sabe, um dia até gostava muito de escrever um livro. Sob pseudónimo. Não porque não iria querer esconder a minha identidade, mas pelo estilo.
Dá muito mais estilo ter um livro, ou uma coleção deles, escritos com pseudónimo, não acham?

Bom, passando à frente... e como e que vai a vidinha?
Tudo normal. Casa, trabalho, um jantar aqui, outro ali, aniversários de familia, saída com amigas and so on and so on...

Espetáculo, digo eu! (crédito ao Fernando Mendes, do Preço Certo)

Este ano, ainda só fui 2 vezes ao cinema, ver Churchil e o último filme da trilogia das "50 Sombras de Grey".
Nada a ver? Confusos? Pois, isto sou eu!

O Churchil foi bom.
Pensei que irei ser enfadonho, mas nada disso. O ator faz um grande papel e leva-nos naquela história magnífica sobre o período difícil em que governou o Reino Unido.
Gary Oldman ganhou o prémio de melhor ator por esta interpretação. E foi merecido.



Como já tinha visto os outros 2 filmes das "50 Sombras de Grey", não quis deixar de ver o final da trilogia, mesmo sabendo que seria horrível, tal como os anteriores.
Ainda assim, dei o corpo às balas e lá fui.
Confirma-se.
Foi horrível.


Entre isto, fui ver o novo espetáculo do Rui Sinel de Cordes.
Acho que já tinha referido aqui, que sou grande fã de humor negro e ele é uma das grandes referências em Portugal... diga-se de passagem também não há muitas.
No entanto, achei este novo espetáculo muito mais fraco do que os anteriores, talvez porque estava com grandes expectativas.
Pensei eu, que uma vez que ele tinha emigrado, por vontade própria, no ano passado, o espetáculo iria ser recheado de novas experiências, com as quais iria "sambar" com piadas bombásticas na cara das pessoas.
Só que não.
Verdade que falou da experiência lá fora, mas ficou muito aquém do registo de humor negro a que nos habitou em outros espetáculos. Não houve agressividade, não houve aquele força que eu via e que gostava bastante.

E é isto, meu povo.
Esperemos que me dê mais vontade de lançar aqui uma chalaças e voltar a dar a este espaço a atenção que ele merece.

Porque eu gosto de escrever.


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