...
Já ando por este mundo blogosférico há uns bons anos... primeiro como leitora e desde de meados de 2006 como blogger.
Bem sei que se calhar estão a perguntar-se ou não... "então mas este blog data de 2008?"
Pois... mas este não é o meu primeiro blog.
Esse primeiro blog teve como destino o encerramento, porque se tornou demasiado pessoal.
Em 2008 abri este e tem continuado, umas vezes em grande força, outras nem por isso, mas gosto de pensar que tenho este cantinho para escrever as minhas parvoíces.
E a razão de estar a escrever isto é apenas uma.
Como disse ali em cima tornei-me primeiro leitora. Havia naquela altura muito poucos blogs, mas alguns já "davam cartas" e eram bastante populares. Afeiçoei-me às pessoas por trás desses blogs, apesar de não as conhecer.
Eu rio, eu choro, eu fico indignada, zangada, nostálgica com as situações que vão contando.
Esta semana a fazer a habitual ronda pelos blogs de eleição, li um post, que me deixou sem ar, como se levasse um soco no estômago e chorei.
Chorei por essa pessoa e por todas que se encontram na mesma situação.
Não interessa quem é, nem qual é a situação, mas desde essa altura, que penso todos os dias nela.
Apesar de saber que não lê o meu blog, não queria deixar passar esta oportunidade.
Oportunidade de deixar aqui (para ela) a minha força, fé e esperança num futuro melhor.
E também ficar registado para eu própria me lembrar que a vida muda a uma velocidade estonteante.
o que é hoje, amanhã pode não ser e nada está garantido, a não ser a morte.
Não vale a pena chatearmo-nos por merdices, os problemas que temos, seja no trabalho ou outras áreas da nossa vida (excepto de saúde), acabam por se resolver.
O importante é estarmos vivos, de boa saúde e termos as nossas pessoas connosco.
Isso é que é fundamental.
O resto é conversa...
Bem sei que se calhar estão a perguntar-se ou não... "então mas este blog data de 2008?"
Pois... mas este não é o meu primeiro blog.
Esse primeiro blog teve como destino o encerramento, porque se tornou demasiado pessoal.
Em 2008 abri este e tem continuado, umas vezes em grande força, outras nem por isso, mas gosto de pensar que tenho este cantinho para escrever as minhas parvoíces.
E a razão de estar a escrever isto é apenas uma.
Como disse ali em cima tornei-me primeiro leitora. Havia naquela altura muito poucos blogs, mas alguns já "davam cartas" e eram bastante populares. Afeiçoei-me às pessoas por trás desses blogs, apesar de não as conhecer.
Eu rio, eu choro, eu fico indignada, zangada, nostálgica com as situações que vão contando.
Esta semana a fazer a habitual ronda pelos blogs de eleição, li um post, que me deixou sem ar, como se levasse um soco no estômago e chorei.
Chorei por essa pessoa e por todas que se encontram na mesma situação.
Não interessa quem é, nem qual é a situação, mas desde essa altura, que penso todos os dias nela.
Apesar de saber que não lê o meu blog, não queria deixar passar esta oportunidade.
Oportunidade de deixar aqui (para ela) a minha força, fé e esperança num futuro melhor.
E também ficar registado para eu própria me lembrar que a vida muda a uma velocidade estonteante.
o que é hoje, amanhã pode não ser e nada está garantido, a não ser a morte.
Não vale a pena chatearmo-nos por merdices, os problemas que temos, seja no trabalho ou outras áreas da nossa vida (excepto de saúde), acabam por se resolver.
O importante é estarmos vivos, de boa saúde e termos as nossas pessoas connosco.
Isso é que é fundamental.
O resto é conversa...
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