Da greve


Concordo que os trabalhadores façam greve.
É um direito que os assiste se não estão satisfeitos com as condições de trabalho ou pelo facto de verem os benefícios adquiridos, à custa de muita luta e suor, retirados.
Mas, e aqui o mas é fundamental, sou a favor que se faça greve no local de trabalho, ou seja, acorda-se à mesma hora, vai-se para o trabalho e fica-se lá sem prestar serviços até à hora da saída.
Assim sim.
Não concordo com as pessoas que fazem greve, vão para a praia e vá como hoje e 5ªF até "põem" um dia de férias amanhã para terem um fim-de-semana prolongado.
Isso não é lutar pelo seus direitos, isso é aproveitar-se de uma situação para ter mais um dia de praia.

Oura coisa com a qual não concordo são os chamados piquetes de greve. Mas quem é que se acha no direito de impedir os outros de trabalhar se o quiserem fazer? Pois é, na minha opinião, ninguém. O que se vê hoje em dia, desde ameaças a confrontos físicos, é uma completa vergonha, para a sociedade, para a Humanidade.

Ontem como a noite estava boa, fui dar uma volta e sentei-me numa esplanada no centro da vila, onde moro, e o que vi a seguir deixou-me estarrecida...
Uma carrinha, com uma "data de putos" lá dentro, sim porque não passavam de miúdos, vestidos com coletes  de um desses "chamados" sindicatos de trabalhadores, que na minha opinião não o são, porque só defendem os próprios interesses, parou em frente ao edifício da Câmara Municipal. Sairam muito apressados da carrinha e começaram a bater e a dar pontapés à porta da Câmara. Lá entraram e saíram com os cartazes, indo a  estabelecimentos comerciais, que ainda estavam abertos.
Suponho que para fazerem campanha a favor da greve geral de hoje, não sei...

Em que é que ajuda ou a quem é que ajuda estas atitudes e agressividade toda?

Aos trabalhadores não é de certeza...

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Pestanas

Outra das minhas paixões