Cinema #13 e #14




Estava com alguma expectativa de ver este filme.
Achava eu que seria semelhante aos "Hunger Games". 
Hum... pode dizer-se que sim, que se encontra dentro do mesmo género, mas sinceramente não ame cativou mesmo nada.

O filme conta a história de um grupo de rapazes que vive numa clareira. Cada um desempenha a sua função para a sobrevivência de todos. Não se sabe a razão de estarem ali. Foram chegando um a um, a um ritmo mensal, num elevador que também traz alguns mantimentos.
Esta clareira está rodeada por muralhas e tem 2 portas que abrem sempre de manhã e fecham ao final do dia. As portas dão para um labirinto que todos os dias os exploradores, 2 ou 3 rapazes, percorrem em busca de uma saída há já 3 anos.

Este filme é o primeiro de uma saga e é baseada na colecção de livros com o mesmo nome. 
Darei oportunidade ao 2º filme quando sair, mas até ver não me interessou...


Recomendado (com reservas)!




Eu já sabia!
É que eu já sabia o que ia acontecer quando finalmente visse este filme!
Já tinha lido o livro e por isso sabia o que me esperava... 
Choradeira do princípio ao fim!

Para início de conversa, não é um filme fácil por causa do tema. Cancro. Sim, cancro, A doença, que mais mata nos dias de hoje. Tenho a certeza, infelizmente, que a maior parte já se deparou com a experiêmcia de ter algum amigo, conhecido ou familiar a perecer perante esta doença. Não é fácil.
Eu tenho várias experiências na minha vida, bem de perto: uns casos de sucesso e outros não. Mesmo os casos de sucesso não são fáceis de lidar porque a sombra da doença fica presente para o resto da vida.

Bem... estou a desviar-me do que quero realmente contar: a história do filme.
O filme conta a história de amor de 2 adolescentes, que se conhecem num grupo de apoio para pessoas com cancro. Augustus, um caso de sucesso há 14 meses, foi obrigado a amputar a perna para sobreviver à doença. Hazel, que luta contra um cancro de pulmões e anda sempre com uma garrafa de oxigénio para a ajudar a respirar.
Não vos vou contar mais, pois penso que este filme na altura em que estreou, foi bastante badalado e de certeza que praticamente a maioria das pessoas sabe o fim.

Queria só realçar o quanto este filme nos toca na ferida, na doença, no sofrimento, na finitude da vida, ainda mais em pessoas tão jovens.
Ao vermos este filme e a luta contra a doença, os nossos problemas do quotidiano reduzem-se a cinzas. Nada mais é tão importante ou tão urgente quanto o ser saudável, o poder fazer escolhas ou cometer erros.

Dá que pensar...


Recomendado (muito)!


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